segunda-feira, 26 de maio de 2014

Objeto vindo do espaço cai na China e ainda é desconhecido por autoridades



Moradores de duas localidades da província chinesa de Heilongjiang avistaram bolas de fogo rasgando o céu misteriosamente nesta sexta-feira do dia 23/06/2014, por volta de 6h (horário local), de acordo com notícia divulgada pela Chinanews.com. Algumas fotos indicam que os objetos seriam de metal com aberturas serrilhadas.
De acordo com a versão em inglês do Serviço de Notícias da China, os objetos podem ser partes de um foguete russo, o Proton-M, que estava levando o satélite de comunicação Express-AM4R, mas nenhuma informação ainda foi confirmada. O foguete foi lançado do Cazaquistão, mas queimou nove minutos depois do lançamento, de acordo com notícias da ITAR-Tass, da Rússia.

Acredita-se que o foguete se destroçou por causa de uma falha do motor de direção, de acordo com Oleg Ostapenko, chefe da Agência Espacial Russa, a Roscosmos. O foguete estava a uma altura de 161 quilômetros quando queimou na atmosfera. De acordo com Ostapenko, os destroços do foguete foram todos queimados. O satélite que iria ao espaço custou US$ 275 milhões e foi fabricado pela Astrium, uma unidade espacial do grupo Airbus e um dos satélites mais poderosos construídos até então.


Embora a Rússia afirme que os fragmentos do foguete não poderiam ter causado estragos, alguns setores da mídia chinesa suspeitam que os objetos que caíram na China seriam partes do foguete. Os três locais em que foram encontrados os objetos foram interditados para investigação, mas as autoridades chinesas descartaram qualquer risco de perigo por conta do incidente.



Fonte : Serviço de Notícia da China

sábado, 24 de maio de 2014

Cosmos - A Espinha Dorsal da Noite - Episódio 7



O que são as estrelas? Tempos houve em que os humanos curiosos imaginaram que as estrelas eram fogueiras no céu, mantidas acesas por magia, ou pensaram que a Via Láctea era a "Coluna Vertebral da Noite".
Há 2300 anos, na ilha grega de Samos, um homem de nome Aristarcos sugeriu que era o Sol e não a Terra que estava no centro do sistema solar. Ele foi o culminar duma tradição com 200 anos, agora amplamente esquecida, segundo a qual leis naturais e não deuses caprichosos regiam o universo. Na caverna de Pitágoras, em Samos, Carl Sagan descobre também um lado diverso do pensamento grego, o mundo místico guardado por uma irmandade erudita que trabalhava para ocultar do povo o conhecimento que possuía. O tema deste episódio é o nascimento do pensamento científico na nossa civilização e em nós mesmos. O Dr. Sagan viaja de volta ao bairro de Brooklyn onde ele próprio se começou a envolver no estudo do universo.


sexta-feira, 23 de maio de 2014

Trabalho sobre OVNIs / UFOs da antiguidade é disponibilizado em site da NASA



Abaixo, é apresentado de forma reduzida um trabalho que (surpreendentemente) pode ser encontrado no site da NASA (em inglês). O trabalho fala a respeito dos avistamentos de OVNIs durante a antiguidade, e inclui alguns relatos muito interessantes.

Porém, possivelmente mais interessante do que os relatos em si (os quais comprovam a veracidade do fenômeno dos OVNIs desde a antiguidade) é o fato da NASA publicar esta literatura em um de seus sites, na página do Instituto Goddard para Estudos Espaciais.

No trabalho foram incluídos trechos de relatos romanos, onde o autor descreve como “altamente acreditáveis“, devido ao tempo e esforço que os romanos investiam questionando as testemunhas.  Estes exemplos são retirados de registros governamentais romanos oficiais, que podem ser considerados similares aos boletins de ocorrências da polícia hoje, ou das investigações Congressionais.


Veja:

OBJETOS VOADORES  NÃO IDENTIFICADOS NA ANTIGUIDADE CLÁSSICA

Uma abordagem histórica e científica é aplicada aos relatos antigos do que hoje poderiam ser chamados de objetos voadores não identificados (OVNIs).  Muitos dos fenômenos convencionalmente explicáveis podem ser deixados de lado, restando um pequeno resíduo dos relatos intrigantes.  Estes encaixam de forma perfeita em algumas das categorias de relatos modernos de OVNIs, sugerindo que o fenômeno OVNI, seja lá o que ele for, não tem mudado muito durante dois milênios.

Os seguintes três relatos foram feitos sob a considerável pressão da Segunda Guerra Púnica, quando os prodígios eram provavelmente procurados de forma mais frequente e cuidadosa do que o normal.  Os observadores são desconhecidos, mas seguramente muitos em número, o que pode explicar o pico de relatos de prodígios nessa época.  Não há razões convincentes para inferir uma epidemia de alucinação em massa na parte central da Itália, embora Livy apontou uma medida de histerismo em massa, e até mesmo histeria contagiante entre a população, devido a aproximação da ameaça Cartaginesa.

Roma, inverno de 218 AC “um espetáculo de navios (navium) brilhou no céu (Liv. 21.62.4).  Franklin Krauss, por falta de uma explicação alternativa, especulou que os “navios ” eram nuvens ou miragens, embora formações de nuvens sugestivas já eram reconhecidas e familiares por muito tempo.11
Em 217 AC “em Arpi, escudos redondos (parmas) foram vistos no céu” (Liv. 22.1.9; Orosius 4.1).  Um parma era um escudo pequeno e arredondado, feito parcialmente ou completamente de ferro, bronze ou outro metal; não sabemos se o lustro destes escudos (e não somente seu formato) foi intencionado de ser um elemento da descrição.  Sóis falsos são uma improvável explicação, já que nas listas de prodígios romanos estes eram descritos de forma rotineira como  “sóis em dobro” ou “sóis em triplo” (e.e. dois  sóis falsos em ambos os lados do Sol real”.
Em 212 AC “em Reate, uma enorme rocha (saxum) foi vista voando ao redor da região” (Liv. 25.7.8).  As implicações seriam de que objeto em questão tinha uma cor de pedra acinzentada; o fato de que foi relatada como se movendo de forma irregular (voltaire) deixa aberta a possibilidade de que o objeto que Livy descreve era um pássaro ou algum tipo de entulho suspenso no ar.
Relatos esporádicos de objetos similares continuam a aparecer após este nas listas de prodígios romanos.  As fontes imediatas são novamente Livy e seus extratores Pliny, Plutarch, Obsequens e Orosius.

Em 173 AC “em Lanuvium, um espetáculo de uma grande frota foi vista no céu” (Liv. 42.2.4).
Em 154 AC “em Compsa, armamentos (arma) apareceram voando no céu” (Obsequens 17).  O termo se refere aos armamentos defensivos, especialmente escudos.
Em 104 AC “as pessoas de Ameria e Tuder observaram armamentos no céu, voando juntos do leste para o oeste, aqueles do oeste sendo afugentados”.  Assim Pliny (Nat. 2.1.4.8) que usa o termo arma; a versão de Obsequens (43) é essencialmente a mesma.  Plutarch (Mar. 17.4) chama os armamentos de “lanças de fogo e escudos retangulares”, mas podiam ser meramente brilhantes e em expansão; já que ele apontou o horário como sendo à noite, o fenômeno em questão poderia ser proveniente da aurora boreal.
Em 100 AC, provavelmente em Roma, “um escudo redondo (clipeus), queimando e emitindo faíscas, cruzou o céu do oeste para o leste, ao por do Sol”.  Assim Pliny (Nat. 2.100), embora Obsequens (45) chamou o fenômeno de “um objeto circular, como um escudo redondo”.  O clipeus era um escudo redondo, similar ao parma, contudo maior.  Seneca (nat. 1.1.15; 7.20.2), citando Posidonius (Primeiro Século AC), referiu-se à uma classe de clipei flagrantes, dizendo que eles persistiram por mais tempo do que estrelas cadentes.12  Nada nos relatos antigos nega que estes fossem bólidos espetaculares, que cruzavam o céu mais vagarosamente do que as estrelas cadentes ordinárias, mas enormemente mais rápidos do que cometas genuínos, que são vistos por dias ou semanas.13
Em 43 AC, em Roma “Um espetáculo de armas ofensivas e defensivas (armorum telorumque species) foi visto se elevando da Terra para o céu, com um som confrontador”. 14 Pode ser que fosse a visualização neste relato de um bólido explodindo enquanto subia sobre o horizonte.
Historicamente, a “arma celeste” mais famosa apareceu na primavera de 65 AC, sobre a Judeia.  O historiador Josephus reportou: “No dia 21 do mês Artemisium, apareceu um fenômeno miraculoso, ultrapassando a crença. Deveras, o que estou prestes a relatar seria, eu imagino, comparável à uma fábula, não fosse pelas narrativas de testemunhas e das calamidades subsequentes, que mereceram assim ser sinalizadas.  Pois, antes do por do Sol, por todas as partes do país, charretes foram vistas no ar e batalhões armados cortando as nuvens e abrangendo as cidades”.15  Embora Josephus provavelmente viu o fenômeno por si mesmo e aparentemente o pesquisou, ele apela aos relatos de testemunhas para aumentar sua credibilidade.  O fenômeno não parece ter sido uma aurora, padrões de nuvens ou meteoros, mas sim lembra uma “batalha aérea” de OVNIs modernos.
Richard Sthothers, escritor do artigo, ainda enumera muitos outros relatos da antiguidade em seu trabalho e finaliza com o seguinte pensamento:

…Se preferir pensar em termos de visões universais recorrentes do inconsciente coletivo, interpretações erradas de objetos ordinários, efeitos atmosféricos incomuns, fenômenos físicos desconhecidos ou visitações extraterrestres, aquilo que hoje chamaríamos de OVNI possuí um interesse intrínseco que tem transcende a passagem do tempo e o aumento do conhecimento humano.

Fonte : Ovni Hoje

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Arqueólogos encontram o que poderia ser o primeiro "tablet" da história, com mais de 8500 anos



Quase toda a tecnologia atual, por mais avançada que pareça, é resultado de uma evolução de inventos. Desta forma, o tablete (tablet) ou o notebook podem ter origens distantes. Recentemente, um grupo de arqueólogos que trabalhava na restauração de um barco naufragado em Yenikapi, na Turquia, encontrou um bloco de anotações feito de placas de madeira que, segundo eles, seria o antecessor dos tabletes eletrônicos, por seu tamanho, função e portabilidade.




O objeto de 8.500 anos de idade pode ser aberto como um caderno. As anotações podem ser escritas com cera em suas folhas de madeira e conta com uma placa com diversos furos, que pode ser utilizada para outras finalidades, como por exemplo, uma balança.
Durante os trabalhos de escavação, os pesquisadores também descobriram muitas informações sobre a cultura da época, como o fato de alimentação ser à base de carne de burro selvagem e cavalo.
O trabalho, liderado pelo Departamento de Arqueologia da Universidade de Istambul, foi batizado como “o milagre de Yenikapi”, devido ao rápido resultado dos avanços.
Um dos principais objetivos do projeto é reparar a embarcação para que possa ser utilizada novamente. A estimativa é de que os trabalhos estejam prontos em 2015. Sessenta por cento da embarcação sobreviveu ao naufrágio, e os pesquisadores já iniciaram buscas pelas partes que faltam, por meio da reconstrução hipotética de sua rota, pelo Mar Negro. Se tudo der certo, os arqueólogos terão reconstruído a rota que une o presente a um passado distante.

Fonte : History

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Um bosque estranho ao lado de Moscou pode ser local de aterrizagem de extraterrestres



A 200 quilômetros ao sul de Moscou, perto de cidade de Ryazan, há um local onde, possivelmente, aterrizou um OVNI. No bosque, numa pequena área, crescem árvores recurvadas de modo incomum.

Pesquisadores de fenômenos anômalos estão convictos de que as árvores foram entortadas pelo campo de força da nave dos extraterrestres.
Habitantes locais chamam este local de “bosque bêbado”. Ele surgiu há relativamente pouco tempo – há 50-60 anos. Antes disso havia ali um bosque de carvalhos. Quando cortaram os carvalhos em seu lugar plantaram pinheiros.
Nenhum dos moradores locais lembra se a nova plantação de coníferas logo cresceu torta ou entortou com o tempo. Correm muitas lendas e crendices entre os habitantes mais velhos. Afirmam que nesse local combateram outrora duas feiticeiras de aldeias vizinhas. Os golpes de energia mágica atingiram os troncos das árvores e entornaram-nos – transmite as crendices locais o culturólogo e coletor de folclore Andrei Gavrilov:

“Habitantes locais contaram que viram aqui pessoas estranhas. Aparentemente uma pessoa. Mas se olhassem com mais atenção ela tinha cabeça de lobo ou de cão. Resumindo, um monstro. É perfeitamente possível que isto esteja relacionado justamente com a lenda sobre a luta de duas feiticeiras”.
Nisto não terminam os prodígios. No bosque “bêbado” não há grama nem aves. Mas a poucos metros do trecho estranho há grama e pássaros cantam. É interessante também que nesse local somente as coníferas têm a forma recurvada incomum. As foliáceas crescem direito.
Os cientistas supõem que a versão mais provável do surgimento do bosque “dançante” ou “bêbado” é anomalia geomagnética – diz o diretor do museu regional local, Alexander Gavrilov :
“Toda a questão são as brechas geotectônicas da crosta terrestre. Tais brechas provocam saídas da energia dos campos de torção, torrentes de turbilhão, que entortam as árvores. Simplesmente a natureza de tais campos e energia ainda é pouco estudada".
Trechos do bosque com árvores recurvadas de modo incomum podem ser encontradas também no oeste da Rússia, no litoral do mar Báltico, na região de Kaliningrado. E ali os cientistas também negam qualquer misticismo e falam que tudo se deve aos campos geomagnéticos.
E os habitantes locais afirmam que estes locais são medicinais. E que as árvores encurvadas de modo incomum possuem energia especial, que influi positivamente sobre a pessoa.

Fonte : Voz da Russia

terça-feira, 20 de maio de 2014

Ex-executiva do Banco Mundial afirma: “criaturas não humanas controlam o mundo”



Segundo Karen Hudes, uma ex-executiva do Banco Mundial, alienígenas de cabeça alongada e inteligência excepcional controlam o Vaticano e a economia mundial. Muitos conhecem a típica teoria conspiratória em torno do domínio extraterrestre sobre nosso planeta, mas quando esta ideia parte de uma pessoa prestigiada, que já ocupou um cargo de importância mundial, é de se esperar uma considerável repercussão. E foi justamente isso o que aconteceu após uma recente entrevista de Hudes, que está disponível no YouTube.
“Criaturas não humanas, de cabeça alongada e com QI 150, controlam o Vaticano e os bancos do de todo o mundo”, respondeu Hudes, sem hesitar, diante da pergunta do seu interlocutor sobre quem estaria controlando o mundo.

De acordo com sua declaração, esses seres estão no poder há muito tempo. “Não são da raça humana. Eles se chamam Homo Capensis. Estiveram na Terra, ao lado da humanidade, antes da Idade do Gelo”, disse a ex-executiva, calmamente. Para fundamentar sua ideia, ela citou o caso de alguns objetos encontrados com faraós egípcios, usados em suas cabeças, e os enigmáticos crânios peruanos.
O currículo de Hudes inclui um bacharelado em Direito pela Universidade de Yale e economia pela Universidade de Amsterdã. Ela trabalhou no Export-Import Bank dos Estados Unidos e, depois, no Departamento Jurídico do Banco Mundial, onde virou uma assessora de alto escalão.
Embora suas palavras soem absurdas para muitos, o fato é que elas fazem eco com o que defende o ex-ministro da Defesa do Canadá, Paul Hellyer, que afirmou, no ano passado, durante um congresso ufológico, que existem alienígenas trabalhando no governo norte-americano.
Assista abaixo aos vídeos:
Entrevista com Karen Hudes (parte 1/2)

Segundo Karen Hudes, uma ex-executiva do Banco Mundial, alienígenas de cabeça alongada e inteligência excepcional controlam o Vaticano e a economia mundial. Muitos conhecem a típica teoria conspiratória em torno do domínio extraterrestre sobre nosso planeta, mas quando esta ideia parte de uma pessoa prestigiada, que já ocupou um cargo de importância mundial, é de se esperar uma considerável repercussão. E foi justamente isso o que aconteceu após uma recente entrevista de Hudes, que está disponível no YouTube.
“Criaturas não humanas, de cabeça alongada e com QI 150, controlam o Vaticano e os bancos do de todo o mundo”, respondeu Hudes, sem hesitar, diante da pergunta do seu interlocutor sobre quem estaria controlando o mundo.
De acordo com sua declaração, esses seres estão no poder há muito tempo. “Não são da raça humana. Eles se chamam Homo Capensis. Estiveram na Terra, ao lado da humanidade, antes da Idade do Gelo”, disse a ex-executiva, calmamente. Para fundamentar sua ideia, ela citou o caso de alguns objetos encontrados com faraós egípcios, usados em suas cabeças, e os enigmáticos crânios peruanos.
O currículo de Hudes inclui um bacharelado em Direito pela Universidade de Yale e economia pela Universidade de Amsterdã. Ela trabalhou no Export-Import Bank dos Estados Unidos e, depois, no Departamento Jurídico do Banco Mundial, onde virou uma assessora de alto escalão.
Embora suas palavras soem absurdas para muitos, o fato é que elas fazem eco com o que defende o ex-ministro da Defesa do Canadá, Paul Hellyer, que afirmou, no ano passado, durante um congresso ufológico, que existem alienígenas trabalhando no governo norte-americano.
Assista abaixo aos vídeos:





Fonte : History