sábado, 22 de outubro de 2011

Jornal mostra criatura estranha que teria sido filmada na Amazônia




O jornal inglês "The Sun" publicou nesta sexta-feira (21) a imagem de uma criatura estranha que teria sido filmada na floresta amazônica. A reprodução foi feita de um vídeo registrado por dois turistas britânicos na região de Manaus. Conforme a reportagem do "The Sun", o vídeo mostraria uma criatura alienígena na floresta.
O periódico chega a dizer que a área foi o foco de uma investigação do governo brasileiro conhecida como Operação Prato - em 1977, a Aeronáutica investigou durante quatro meses a suposta presença de Ovnis no Pará. No entanto as duas regiões são distantes uma da outra





Russos veem chance de construir base em cavernas na Lua




Os Estados Unidos podem ter colocado o primeiro homem na Lua, mas cientistas e exploradores espaciais russos estão agora de olho em um novo objetivo: a criação de uma colônia lá.
A descoberta de túneis vulcânicos na Lua poderia fornecer um abrigo natural para a primeira colônia lunar, disseram cosmonautas e cientistas nesta terça-feira.
Pesquisadores já suspeitavam que o passado vulcânico da Lua deixou uma rede subterrânea de túneis de lava, e imagens de 2008 da sonda japonesa Kaguya mostraram um caminho possível - um misterioso e profundo buraco surgindo na superfície.
"Esta nova descoberta de que a Lua pode ser um corpo poroso pode alterar significativamente a nossa abordagem de fundar bases lunares", afirmou o cosmonauta veterano Sergei Krikalyov, que dirige o centro de treinamento russo Cidade da Estrela, nos arredores de Moscou, durante um fórum sobre o futuro dos voos espaciais tripulados.
"Se realmente for confirmado que a Lua tem uma série de cavernas que podem fornecer alguma proteção contra a radiação e chuvas de meteoros, ela poderia ser um destino ainda mais interessante do que se pensava", disse ele.
Uma imagem de tendas infláveis pontilhando a paisagem lunar ajudou os participantes do fórum a imaginar as bases lunares.
"Não haveria qualquer necessidade de escavar o solo lunar e construir paredes e tetos", disse Krikalyov. "Seria o suficiente usar um módulo inflável com uma casca dura exterior, falando a grosso modo, para vedar as cavernas".
A primeira dessas colônias lunar poderia ser construída em 2030, estimou Boris Kryuchkov, chefe-adjunto de ciências no centro de treinamento.
Como as agências espaciais do mundo debatem para onde voar além da órbita inferior da Terra, incluindo missões no espaço para asteroides e Marte, o chefe de programas de voos espaciais tripulados da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês) disse que a Lua também parecia atraente.
"Na ESA, ainda há um foco muito forte na Lua. Poderia ser um primeiro passo natural lá", disse Martin Zell à Reuters.

Fonte : Terra

Ovni avistado em Manaus por tripulação da GOL




OVNI avistado por tripulação da Gol em Manaus em 26 de junho de 2009
Os militares afirmam terem avistado outro OVNI perto da cidade...

Segundo um profissional da área, o áudio é autêntico e o procedimento é o padrão.
"Áudio autêntico" (procedimento padrão) 'modus operandis' condis com os procedimentos militares de monitoramento, vê-se que o Civan tomou pra si o monitoramento e deslocou o avião para outra coordenada, de modo a facilitar a operação de interceptação do invasor de espaço aéreo.
Tudo correto, perfeito e dentro dos padrões de procedimento.


sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Levitação - O futuro do transporte sem rodas começou



Cientistas da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, criaram o que parece ser o princípio de uma nova forma de transporte que não necessita de rodas. A principio, a ideia foi testada em uma fina folha de plástico de 10 centímetros.

O protótipo é alimentado por fios, movido por ondulações de alta frequência em sua superfície. Essas ondulações "aprisionam" o ar embaixo do folha, carregando "bolsas de ar" da parte da frente para a parte traseira da folha, promovendo a sustentação do material.

Se o conceito puder ser ampliado, veículos que utilizam grandes hélices - como o aerodeslizador - poderão ser motorizados, os tornando mais leves sem o uso dos tradicionais rolamentos e hélices.

"Nós usamos atuadores piezoelétricos e sensores para demonstrar a força propulsora produzida por ondas controláveis viajando em uma folha fina de plástico suspensa no ar acima de uma superfície plana," escrevem os pesquisadores.

Agora os pesquisadores trabalham em uma versão alimentada por energia solar, o que faria ser possível observar a fina folha em levitação sem o uso de fios.

"A força aerodinâmica propulsora que nós demonstramos é teoricamente suficiente para fazer a folha 'voar', desde que ela seja liberada das suas amarras," afirmam...

A levitação em si pode também ser observada em experimentos com supercondutores e do efeito "Quantum Trapping", como no vídeo - Confira:




O efeito que permite a levitação de objetos, conhecido como supercondutividade, é colocado em prática em trens de levitação magnética, conhecidos como Maglev. A tecnologia consiste na falta de contato entre o veículo e a linha.

Fonte : Ets e Ovnis

Tubarão ciclope é verdadeiro, dizem cientistas



Especialistas confirmam autenticidade do tubarão albino de um olho só descoberto no México

Um tubarão para lá de esquisito foi encontrado em águas mexicanas: o peixe tem apenas um olho e uma cor que foge do cinza habitual da espécie. O animal foi removido do ventre da mãe e assustou pescadores, como Enrique Lucero León. O homem jamais havia visto um tubarão como aquele.

“Isto é extremamente raro”, disse o biólogo Felipe Galván-Magaña, do Centro Interdisciplinar de Ciências Marinhas de La Paz, México. “Até onde sabemos, existem menos de 50 exemplares de animais em todo o mundo com esta anormalidade.”

Os cientistas examinaram o tubarão e confirmaram a genuína deformidade. A ciclopia é uma condição grave também em mamíferos, incluindo os humanos. Com a doença, o tubarão não sobreviveria por muito tempo.
Tubarão media 22 cm e foi tirado do ventre da mãe - Metro.co.uk Tubarão media 22 cm e foi tirado do ventre da mãe






Galván-Magaña e seus colegas já cruzaram com muitas espécies “diferentes” ao longo de vários anos de pesquisa, como um tubarão de duas cabeças.

Em 2005, imagens circularam pela internet mostrando um gatinho ciclope. Houve muitas especulações sobre a autenticidade das fotos, mas revelou-se que o felino sofria mesmo de ciclopia.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Satélite de 2,69 ton. pode cair no Brasil neste final de semana



Um satélite alemão de 2,69 toneladas vai cair na Terra neste final de semana. Cientistas não sabem bem onde, mas o Brasil é um dos “candidatos”. “Todas as regiões entre as latitudes 53 Norte e 53 Sul podem ser afetadas”, diz Andreas Schuetz, do Centro Aeroespacial Alemão. O “alvo” inclui a maioria dos países, inclusive o nosso.

O satélite ROSAT foi lançado em 1990 e desativado em 1999, com a função de pesquisar buracos negros e estrelas de nêutron. É do tamanho de uma mini-van. Quando entrar em órbita, entre sexta-feira e segunda-feira, terá algumas partes queimadas, mas 30 fragmentos pesando no total 1,87 tonelada podem se chocar com a Terra.

E detalhe: os cientistas só poderão ter alguma ideia de quando ele cairá de verdade 10 horas antes do choque. História parecida com o satélite da Nasa que caiu no Oceano Pacífico no mês passado.

Equipe de amadores encontra asteróide se aproximando da Terra




Objeto está a 30 milhões de quilômetros. (ESA)

OBJETO PODE REPRESENTAR RISCO DE IMPACTO.

Pela primeira vez, observações coordenadas pela equipe de risco espacial da ESA encontraram um asteróide que se aproxima da Terra o suficiente para representar risco de impacto.

A rocha espacial foi encontrada por astrônomos amadores, o que reforça o valor que estas observações têm para a ciência e para a defesa planetária.

A descoberta do asteróide 2011 SF108 foi feita pela equipe de voluntários do Teide Observatory Tenerife Asteroid Survey (TOTAS) durante um período de observação patrocinado pela ESA, em Setembro, no âmbito do programa Space Situational Awareness (SSA).

O estudo que durou quatro noites usou um telescópio com um metro de abertura, na Estação de Seguimento Óptico, da ESA, em Teide, Tenerife, Ilhas Canárias.

Este não é o primeiro asteróide encontrado sob o patrocínio do SSA, mas é o primeiro que se qualifica como um 'Near Earth Object' (NEO), ou objeto próximo da Terra – um objeto que passa suficientemente perto da Terra durante a sua órbita para representar risco de impacto.

Durante as observações TOTAS, o telescópio pesquisa asteróides de uma forma automática, por várias horas, usando ‘software’ desenvolvido por astrônomos amadores e pelo cientista computacional Matthias Busch, do Starkenburg Amateur Observatory, em Heppenheim, Alemanha.

No entanto, as observações potencialmente relevantes têm de ser avaliadas. A equipe inclui 20 voluntários, a maior parte dos quais fez parte da avaliação manual das imagens capturadas durante a sessão, a 28/29 de Setembro.

Os dados “são distribuídos a toda a equipe para análise e qualquer um pode ser o descobridor de um novo asteróide," diz Detlef Koschny, responsável pelas actividades de NEO para o SSA. A órbita do asteróide 2011 SF108 aproxima-o a não mais do que 30 milhões de quilômetros da Terra.

“É um trabalho voluntário muito compensador. Quando encontramos alguma coisa, contribuímos para o esforço europeu de defesa contra o risco dos asteróides”.

O objeto é o 46º asteróide descoberto por Kracht, um professor reformado que vive em Elmshorn, próximo de Hamburgo, Alemanha.

"Oito pessoas analisaram as imagens da noite da descoberta, e eu tive a sorte de ter sido o membro da equipe a encontrar o 2011 SF108," diz Kracht.

"A descoberta só foi possível graças ao excelente ‘software’ desenvolvido por Matthias Busch, que também detectou este objeto nas imagens da segunda noite e enviou as observações para o Minor Planet Center", concluiu.

Até hoje, foram encontrados 8000 NEOs, descobertos em todo o mundo, mas suspeita-se que existam muitos milhares por descobrir, em especial com dimensões entre alguns metros e as centenas de metros.

É importante descobrir e encontrar estes que faltam, para que se possa determinar se constituem algum risco de impacto para a Terra.