quinta-feira, 15 de junho de 2017

Pacal, o imperador maia que teria viajado ao espaço



Mais conhecido como Pacal, o Grande, K’inich J’anaab Pakal foi governante da cidade maia de B’aakal, localizada no atual território do sítio arqueológico de Palenque, no norte de Chiapas, no México, de 615 a 683 d. C.

Em junho de 1952, uma expedição arqueológica encontrou seu túmulo, considerado, então, o mais importante já descoberto. Mais especificamente, os restos do governante descansavam em um local majestoso, e seu rosto estava coberto por uma máscara de jade.

Sua lápide estava inscrita com uma série de imagens enigmáticas, que deixaram os arqueólogos totalmente desconcertados. Com o tempo, especialistas em ufologia passaram a afirmar que essas imagens eram a prova dos conhecimentos tecnológicos dos maias e sua interação com seres extraterrestres.

Algumas ilustrações mostram Pacal pilotando uma suposta nave espacial, e é possível ver suas mãos manejando uma espécie de painel de controle, com botões e alavancas. Tanto é assim que os especialistas batizaram esse personagem de o “astronauta de Palenque”.

Examinando a ilustração de perto, é possível observar uma espécie de dispositivo no seu nariz, o que poderia ser uma referência a algum aparelho de ajuda respiratória no espaço (círculo vermelho); e seus pés descansavam sobre o que parece ser um par de pedais (círculo laranja); enquanto o veículo que ele comanda lança chamas ou restos de algum combustível (círculo amarelo).




Do ponto de vista arqueológico, os especialistas explicaram que as imagens obedecem aos elementos da mitologia maia e refletem as crenças do que acontece com os seres humanos depois de terem cruzado o umbral da vida.

Fonte e imagens: Super Curioso

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