sábado, 12 de outubro de 2013

Medo de se expor impede revelação de contatos

                 

                         Jovem de Votorantim retratou o que viu /ARQUIVO PESSOAL


A reportagem passou uma semana inteira ouvindo diversas pessoas que já tiveram avistamentos e também quem mantém contato com extraterrestres até hoje.


Entre tudo o que foi relatado, foi possível constatar que existem seres alienígenas que querem ajudar quem vive aqui na Terra a evoluir espiritualmente e tecnologicamente, e há aqueles que almejam a nossa destruição.


As pessoas que mantém contato com os extraterrestres, no entanto, não autorizam a publicação de nenhuma informação sobre o assunto por temerem represálias desses seres e também por temerem o julgamento da sociedade, que pode não acreditar naquilo que estão falando e, dessa forma, ridicularizar o depoimento.


Entre todas as pessoas que um dia já afirmaram terem visto um ET bem de perto, o único corajoso, que chegou a desenhar tudo o que viu, com detalhes para não esquecer, e quis divulgar a informação para que mais pessoas soubessem do ocorrido foi um jovem morador de Votorantim.



Esse jovem procurou o jornal Cruzeiro do Sul há mais de dez anos autorizando a publicação no Guia de Esoterismo, um site mantido na época pelo jornal, dentro do portal Cruzeironet.


Seu nome não será publicado aqui porque a reportagem não conseguiu localizá-lo agora. Na época ele tinha 24 anos e contou que aos 10 anos de idade se deparou com um alienígena no coreto da praça de seu bairro, a Vila Santa Helena. Isso aconteceu em 1988.


Segundo o relato do rapaz, um dia, por volta das 22h, um amigo estava caminhando pela praça da Vila Santa Helena quando viu alguém que pensou ser um andarilho, um mendigo, ou talvez um bêbado no final da escada do coreto.


Ele disse que o amigo achou estranho alguém parado ali, então o chamou e ele foi até lá. O amigo jogou uma pedra, que bateu no chão e foi na pessoa, bem, naquilo que eles achavam ser uma pessoa.


Ainda conforme o relato, "aquela coisa" virou muito lentamente, fazendo um movimento diferente do normal, dando para ver seu rosto: olhos grandes, pretos, pele meio clara, creme, quase não tinha nariz, pois eram dois furos.


Aquele estranho ser estava usando uma espécie de capa e mantinha-se imóvel, em pé, sem esboçar reações. O jovem lembra que era ainda criança e não sabia direito o que estava acontecendo, então ele e o amigo saíram correndo e gritando.


Depois desse dia, ele disse que nunca mais viu nada e acredita que foi por ter mudado de bairro. Antes de ter visto um extraterrestre, ele contou que assim como a maioria das pessoas que morava na Vila Santa Helena, já tinha visto discos-voadores. Foram quatro visões ao todo: em 1984, 1986, 1987 e 1988. (D.J.)



Fonte: Cruzeiro do Sul

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