quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

EDWARD MORDAKE O HOMEM COM A CABEÇA DEMONÍACA




Dentro da história das deformidades humanas nos deparamos com casos assustadores e, ao mesmo tempo tristes, de pessoas que nasceram com os mais inusitados tipos de deformidades.
Em tempos antigos, eram muito comum esses seres humanos pararem em circos de Freak Show para se tornarem atrações bizarras para um público mórbido por esquecerem que um ser humano com alguma deficiência, seja ela grave ou não, continua sendo um ser humano, com sentimentos, anseios, medos e desejos.
Dentre essas pessoas que nasceram com alguma diferença, uma história chama atenção, pela raridade do caso e pela triste história de vida: é o caso de Edward Mordake.

A verdadeira história de Edward foi perdida no decorrer do tempo.
Seu caso inusitado ocorreu no início da história médica e é referenciado apenas em relatos de médicos.
Na verdade, a história de sua vida tornou-se tão confusa com o passar dos anos que não há uma data sólida de seu nascimento ou morte, nem fontes concretas para os pesquisadores modernos. A única prova concreta de sua existência é uma foto onde as duas faces aparecem.



                                            Foto original de Edward Mordake


Em seu caso, poderia parecer apenas um caso de gêmeo parasita, mas para muitas pessoas e para ele mesmo, o que existia em seu crânio era algo mais sombrio.
É difícil estabelecer os fatos por trás da condição de Edward Mordake devido à falta de confiança nos registros médicos.
Nem mesmo a sua data de nascimento e morte foram registrados, e há relatos conflitantes sobre seu suicídio, bem como a colocação e posição de seu rosto extra. Muito do que se conhece é baseado em relatos diversos.
Edward nasceu com uma rara e estranha deformidade em seu crânio, o qual possuía na parte de trás um segundo rosto completo, com olhos, nariz e boca.
Na face flácida e desfigurada em sua nuca existia algo sombrio e assustador, algo que deixava atordoado todos que a observavam, algo que o próprio Edward classificava como sendo “Demoníaco”.

Edward era herdeiro de um importante título de nobreza na Inglaterra ao qual nunca reclamou, tirando sua face na nuca, podia ser considerado um homem belo e era um músico talentosíssimo e brilhante fidalgo.
Tinha tudo para ter uma vida feliz, mas em sua nuca carregava a tristeza de sua vida.
Edward possuía outra face em sua nuca, uma face que todos, inclusive ele próprio diziam ser desfigurada e “do mal”.
Era algo absurdamente anormal que não comia, mas podia grotescamente rir e chorar.
Alguns relatos afirmavam que olhar a face diretamente era extremamente desconfortável.
As pessoas diziam que os olhos da face expressavam inteligência e raiva e seguiam as pessoas lentamente como se estivesse estudando aqueles que visualizavam.

Outros relatos apontavam para uma espécie de sorriso sarcástico que lentamente se formava na desfigurada face como se quisesse demonstrar um ódio oculto. Era quase impossível observa-la por muito tempo.
Claro que Edward sofria muito com isso, em seu confinamento e solidão, afirmava ser impossível conviver com aquele “Demônio”.
Edward a solicitar a todos os médicos que conheceu a retirada da segunda face, mas seu pedido não poderia ser atendido, pois Edward morreria na cirurgia.
Alguns relatos sobre o demônio da nuca de Edward Mordrake são impressionantes.
Ele afirmava que sua segunda face era o próprio Demônio, quando estava triste a face sorria e algumas vezes até gargalhava.

À noite, rotineiramente, Edward era acordado na madrugada por sussurros feitos pela face deformada. Eram palavrões e um choro enlouquecedor que tinham como objetivo afetar o pobre Edward.
O final da história foi trágico. Edward se matou aos 23 anos de idade.
Alguns afirmam que ele envenenou-se, já outros relatos afirmam que ele disparou um tiro bem entre os olhos da “Face demoníaca”.

Contudo em sua carta de despedida deixou bem claro:

“Peço que retirem esse demônio de meu corpo antes que me eternizem em terra, pois pretendo e solicito dormir a eternidade sem os lamentos do inferno”.

Seu pedido foi atendido pelos médicos Manvers e Treadwell que cuidavam do caso.
Edward Mordake foi enterrado em uma cova de terra barata e sem qualquer tipo de lápide ou escultura, conforme seu desejo final.

Qual mistérios existiria por trás da "Cabeça Demoníaca" de Edward Mordake?
Isso nunca será descoberto, bastanto apenas saber que era algo "Além da Imaginação"!onte :

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Câmeras da Estação Espacial capturam imagens de discos voadores




Discos voadores, alienígenas e civilizações em outros planetas sempre fizeram parte do imaginário dos seres humanos, e sempre aparecem algumas imagens e vídeos alegadamente deles. Apesar de hoje em dia todo mundo carregar uma câmera consigo, fotos e vídeos com flagrante de ovnis reais são raras. Vai ver eles estão se escondendo melhor, ou são apenas tímidos.

Mas eles não conseguiram escapar das câmeras instaladas na Estação Espacial Internacional. Confira um vídeo que mostra um ou mais discos voadores cruzando o céu do planeta Terra, entrando e saindo da nossa atmosfera.


Assista ao vídeo:


terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Sereias (documentario completo)




Em 2004, quando apareceram várias baleias mortas em uma praia de Washington, o biólogo marinho Dr. Brian McCormick quis saber o motivo. Ele suspeitava que testes com o sonar da Marinha estariam causando as mortes -- mas, ao investigar a possibilidade, esbarrou em um novo mistério.



Tudo começou quando os sons dos microfones submarinos foram analisados para investigação da morte das baleias: eles haviam captado os exercícios da Marinha na área, junto com o canto melancólico das baleias -- mas algo mais foi registrado: um som não identificado, uma série de ruídos emitidos por uma criatura desconhecida. McCormick achava que poderia ser uma nova espécie de baleia ou golfinho. No início, o progresso foi lento, até que mais um grupo de baleias apareceu morto na África do Sul, chamando a atenção da equipe. Lá, eles encontraram os restos parcialmente devorados de um animal que ninguém soube identificar. Com a ajuda da autópsia, McCormick chegou a uma conclusão espantosa: a nova criatura marinha tinha parentesco com os seres humanos.










segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Alienígenas do Passado - Alienígenas e Pé Grandes



Este episódio examina as lendas do Bigfoot , uma criatura que supostamente vive em florestas remotas ao redor do mundo, e sugere que a criatura pode ter ligações a uma espécie alienígena que podem ter visitado a Terra. Também sugeriu  que as lendas de gigantes sobrenaturais, como a da Bíblia de Golias , o híbrido Nephilim , o sumério Enkidu , são contos de interação humana com tais criaturas.



domingo, 27 de janeiro de 2013

Terceiro olho




Este nome (terceiro olho) tem vários significados, sendo comumente usados em crenças e religiões e até nas ciências. Eis alguns significados dos tantos existentes:

Origem na Mitologia Egípcia:
Segundo uma lenda egípcia, o deus Horus teve seu olho arrancado e depois restaurado e recolocado através da magia. “Por esse restabelecimento da visão, o símbolo traz a idéia de vigor, força e saúde”.Hoje em dia, o Olho de Horus adquiriu também outro significado e é usado para evitar o mal e espantar inveja (mau-olhado), mas continua com a idéia de trazer vigor e saúde.

Para os Indús.:
O terceiro olho se encontra no sexto chakra, chamado de ajña e localizado entre as sobrancelhas. “Este é um chakra extremamente importante no hinduísmo, pois corresponde a intuição, percepção e desenvolvimento do conhecimento. É através do conhecimento que se pode transcender e chegar à iluminação”, explica Márcia. Pode parecer complicado, mas, para os hinduístas, todos possuem o terceiro olho.

Para a Biologia:
Atualmente, evidências da existência do terceiro olho podem ser encontradas na moderna embriologia. Esse órgão, bem como seus fotorreceptores, o cristalino ocular e células nervosas se desenvolvem no feto em torno do segundo mês de gestação. Ao longo do processo de crescimento, o terceiro olho desaparece sendo substituído por uma estrutura muito pequena, a glândula pineal, localizada na frente do cerebelo. Especialistas atentam para a versatilidade do misterioso órgão, que pode ser reativado para suas funções como terceiro olho. Além disso, os médicos assinalam a semelhança entre a glândula e o globo ocular: ambos possuem a membrana cristalina e receptores de cor. Os biólogos dizem que a glândula pineal, ou epífise, diminuiu de tamanho ao através dos milênios, porém, em suas origens, este órgão costumava ser do tamanho de uma grande cereja.


Para a Astrologia:
O "terceiro olho" ou "Olho de Shiva", é uma manifestação da Inteligência cósmica, que se processa independentemente da luz solar, e sim por outros tipos de radiação ou energia muito sutil, vinda do Sol.

Para o Budismo:
O terceiro olho, frequentemente relacionado a Buda, que se situaria em sua testa, serviria para que o próprio pudesse ver o sofrimento das pessoas e auxiliá-las em sua agonia.
Em Animes:
O terceiro olho também é muito utilizado em animes e mangás conhecido neles como jagan, tem entre seus poderes o fato de controlar qualquer humano normal que olhar para ele.
Resumindo atualmente:
O terceiro olho é, portanto, o olho da sabedoria, aquela que emerge da experiência de uma vida plenamente vivida, possibilitando assim uma visão crítica de tudo.

sábado, 26 de janeiro de 2013

UFO triangular imenso está em fotos no site da NASA



Site da NASA mostra duas fotografias de parte da órbita terrestre. Até aí tudo normal, mas o incrível é que as fotografias mostram um UFO triangular de tamanho gigantesco. A NASA como sempre, não coloca legendas nesse tipo de imagem, mas classificou como lixo espacial. Com toda esta simetria...??? Nas propriedades das imagens está registrado a data de 1986, mas como sabemos os exifs podem ser manipulados facilmente. Será mesmo uma fotografia de 1986???







Fonte : Ets & Etc

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Viagem ao Centro da Terra



Ótimo documentário feito pelo canal History Channel, que nos levará a uma incrível viagem rumo ao centro da terra, no núcleo terrestre, a terra é composta por 3 camadas, a crosta terrestre que vai de 30 a 70 km de diâmetro, depois o Manto, uma camada pastosa devido a alta temperatura, e o núcleo, interno e externo, nele as temperaturas podem chegar até a 6000 graus, para se ter uma ideia, essa é a mesma temperatura da superfície do sol, estas e muitas outras curiosidades serão mostradas neste belo documentário.


quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Se o Obama não falar sobre a presença extraterrestre na Terra a Rússia o fará ?




Aqui está o tipo de notícia bombástica, a qual esperamos que seja real:
De acordo com o site www.eutimes.net, um impactante relatório do Ministério de Assuntos Exteriores da Rússia (MFA) sobre a agenda do Primeiro Ministro Russo, Dmitry Medvedev, no Fórum Econômico Mundial esta semana, a Rússia irá alertar o Presidente Obama que a “hora chegou” para o mundo saber a verdade sobre os alienígenas, e se os Estados Unidos não participar desta divulgação, o Kremlim a fará sozinho.

 Fórum é uma fundação Suíça, sem fins lucrativos, baseada em Cologny, Geneva e se auto descreve como uma organização focada na melhora da situação global.

Medvedev está agendado para falar na abertura do Fórum este ano, onde 50 cabeças de estado, participarão neste evento de cinco dias.  A abertura foi dia 23 de janeiro de 2013.

Vamos ficar atentos caso isto realmente ocorra.


Fonte: www.eutimes.net
Contribuição: OvniHoje

Terra foi atingida por explosão de raios gama e ninguém percebeu




No século VIII, uma colisão de estrelas de nêutrons pode ter criado uma enorme explosão de raios gama – a mais poderosa explosão conhecida no universo – no nosso quintal, que passou totalmente despercebida e não documentada na Terra.
Isso significa que uma explosão súbita de energia de alta intensidade (cerca de 10.000 vezes a energia da bomba atômica lançada sobre Hiroshima) simplesmente foi ignorada pelos seres humanos.

Mistério

No ano passado, cientistas japoneses descobriram evidências de que, em 775 dC, a Terra foi atingida por uma explosão gigantesca. Claramente, algo catastrófico ocorreu na região cósmica próxima a Terra, mas, o que quer que fosse, aparentemente não foi detectado pelas 350 milhões de pessoas que viviam em nosso planeta na época.
Os registros históricos não mencionam estranhos eventos celestiais, catastróficos ou de qualquer outra natureza naquele ano.

Então como ficamos sabendo que isso realmente aconteceu?
O evento ficou gravado na quantidade de carbono radioativo presa nos anéis de crescimento anuais de algumas das árvores mais antigas do mundo.

A descoberta

O principal isótopo radioativo do carbono, o carbono-14, forma-se quando partículas energéticas entram na atmosfera da Terra e colidem com átomos de nitrogênio.
Como as árvores absorvem tanto carbono-14 quanto o mais estável carbono-12, os níveis relativos de carbono-14 em seus anéis de crescimento dão aos cientistas uma forma de medir a quantidade de partículas de alta energia que entraram na atmosfera da Terra em um determinado ano.
Ao analisar dois antigos cedros japoneses no ano passado, os cientistas descobriram quantidades surpreendentemente grandes de carbono-14 em seus anéis de crescimento. Também encontraram picos de berílio-10 no gelo antártico. Os pesquisadores fixaram a presença de ambos os conjuntos de radiação para os anos entre 774 e 775.
É normal que os níveis de carbono-14 flutuem; eles sobem e descem em um ciclo de 11 anos, com o aumento e a diminuição das erupções solares. Porém, nos 3.000 anos de registro dos anéis, não houve picos tão grandes quanto o do ano 775.
Então, o que poderia ter causado a explosão maciça de radiação e o elevado fluxo de partículas energéticas que levaram aos grandes níveis de carbono-14 na atmosfera?

Possibilidades

No início, duas possibilidades pareciam mais prováveis: a radiação tinha vindo de uma erupção solar especialmente intensa, ou da explosão de uma estrela próxima.
Os cientistas descartaram a hipótese de erupção solar por duas razões. Primeiro, uma explosão desta magnitude teria provocado um espetáculo de luzes inesquecível no norte, enquanto tal fenômeno nunca foi registrado. Segundo e mais importante, tais chamas também teriam destruído a camada de ozônio da Terra, expondo toda a vida no planeta a uma radiação intensa e iniciando um evento de extinção em massa.
Já a morte de uma estrela, ou seja, uma supernova nas proximidades, teria enviado raios gama em todas as direções, que poderiam ter criado partículas de alta energia em nossa atmosfera, formando o carbono-14 presente em abundância nos cedros japoneses.
Mas, a fim de enviar raios gama suficientes para tanto, a supernova teria que ser maior e mais brilhante do que qualquer outra já documentada. No entanto, mais uma vez, não há registro de uma supernova em 775.
E, mesmo que as pessoas de alguma forma tenham perdido uma estrela explodindo, seus restos deveriam estar lá fora até hoje, lançando um brilho fraco que poderia ser pego por telescópios. Os cientistas já identificaram 11 estrelas remanescentes em nossa vizinhança galáctica, e nenhuma delas tem a idade certa para ter causado o pico de 775.
Isso tudo significa que nem erupções solares, nem supernovas podem explicar a anomalia de carbono-14 de 775 dC.

Colisão de estrelas de nêutrons

Agora, um segundo grupo de pesquisadores da Alemanha sugeriu que uma explosão de raios gama de curta duração produzida pela colisão de duas estrelas de nêutrons próximas pode ter sido a causa da anomalia.



Somente a colisão de dois “remanescentes estelares compactos”, como buracos negros, estrelas de nêutrons ou anãs brancas geraria uma explosão intensa de energia liberada na forma de raios gama, que são a parte mais energética do espectro eletromagnético, que inclui luz visível.
Embora imensamente poderosa, essas grandes explosões de energia duram menos de dois segundos. Isso significa que, no momento em que a radiação chegou ao nosso planeta, teria sido absorvida pela nossa atmosfera, e não haveria sinais evidentes do grande evento que aconteceu longe no universo.
Ou então, a maior parte da radiação foi absorvida pela atmosfera e, em seguida, fez o seu caminho para a superfície do planeta por um longo período de tempo. Infelizmente, pode não ter havido nenhum flash ofuscante de luz visível intensa para sinalizar o estouro.
Isso pode explicar por que o evento não foi registrado e nossos antepassados medievais não o perceberam.
“Nós olhamos nos espectros de curtas explosões de raios gama para estimar se seriam consistentes com a taxa de produção do carbono-14 e berílio-10 que observamos, e achamos que é totalmente coerente. Explosões de raios gama são eventos muito energéticos, e a partir desta energia, nossa conclusão foi de que o fenômeno ocorreu a 3.000 a 12.000 anos-luz de distância, e isso é dentro de nossa galáxia”, explica o professor Ralph Neuhauser, do Instituto de Astrofísica da Universidade de Jena (Alemanha).
Se tivesse ocorrido mais perto da Terra, essa explosão teria causado danos significativos para a nossa biosfera.
Os cientistas já identificaram cinco estrelas de nêutrons que poderiam ter causado a enorme explosão, e o próximo passo da pesquisa é observar detalhadamente as candidatas. [POPSCI, Gizmodo, DailyMail]

Fonte : Hype Science

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Cientistas dos EUA encontram evidências de um antigo lago em Marte




Uma nave espacial norte-americana que orbita Marte encontrou evidências da existência de um antigo lago de cratera alimentado por águas subterrâneas, o que respalda as teorias de que o planeta vermelho pode ter abrigado vida, informou a NASA no domingo.


Informações obtidas pelo espectrômetro da NASA Mars Reconnaissance Orbiter (MRO) mostram vestígios de carbonato e minerais de argila, geralmente formados na presença de água, na parte inferior da cratera McLaughlin, a 2,2 quilômetros de profundidade.



"Estas novas observações sugerem a formação de carbonatos e argila em um lago alimentado por águas subterrâneas na bacia fechada da cratera", informou a NASA sobre as descobertas, publicadas na edição online da revista Nature Geoscience.


"Algumas pesquisas propõem que o interior da cratera captura na água", disse a agência espacial norte-americana e acrescentou que "na zona subterrânea poderia ter havido ambientes úmidos e potenciais hábitat".


"A cratera carece de canais de grande afluência, por isso, o lago era provavelmente alimentado por águas subterrâneas", disseram os cientistas.


Fonte: Yahoo!

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Pedaço de alumínio trabalhado de 300 milhões de anos é supostamente encontrado na Rússia




A Voz da Rússia está reportando que um pedaço de alumínio trabalhado de 300 milhões de anos foi encontrado em Vladivostok.  Especialistas dizem que a engrenagem parece ser manufaturada e não o resultado de forças naturais.
De acordo com Yulia Zmanskaya, quando um morador de Vladisvostok estava acendendo o fogo durante uma noite fria de inverno, ele encontrou um metal em forma de trilho, que estava incrustado em um dos pedaços de carvão.
Impressionado pela sua descoberta, o cidadão decidiu procurar pela ajuda de cientistas na região de Primorye.  Após o objeto metálico ter sido estudado por especialistas, o homem ficou chocado de saber sobre a suposta idade da descoberta.  O metal trabalhado, supostamente tinha 300 milhões de anos e ainda os cientistas sugerem que ele não foi criado pela natureza, mas sim manufaturado por alguém.  A questão de que poderia ter fabricado uma engrenagem de alumínio no início do tempo na Terra permanece não respondida.

A descoberta trata-se de um trilho de metal dentado, criado artificialmente. É parecida com peças que muitas vezes se encontram em microscópios, ou outros dispositivos técnicos e eletrônicos, disse a escritora Natalia Ostrowski no KPUA Daily.
Hoje em dia, encontrar estranhos artefatos em carvão é uma ocorrência relativamente frequente.  A primeira descoberta deste tipo foi feita em 1851, quando os trabalhadores de minas de Massachusetts extraíram um vaso de zinco e prata incrustado em um bloco de carvão, que datava do período Cambriano, de aproximadamente 500 milhões de anos.
Sessenta e um anos mais tarde, cientistas estadunidenses de Oklahoma descobriram um pote de ferro dentro de um pedaço de carvão de 312 milhões de anos.
Então, em 1974, uma peça de alumínio de origem desconhecida foi encontrada em uma pedreira de arenito da Romênia.  A peça, de restos de um martelo, datava do período Jurássico e não poderia ter sido manufaturada por humanos.  Todas estas descobertas não somente surpreenderam os peritos, mas também desafiaram as doutrinas mais fundamentais da ciência moderna.
O pedaço de metal recentemente encontrado por um morador de Vladivostok é mais outra descoberta que deixou os cientistas perplexos.  A pedra de carvão na qual o objeto estava incrustada foi entregue para Primorye das minas Chernogorodskiy, na região de Khakasia.  Sabendo que os depósitos de carvão desta região datam de 300 milhões de anos, os peritos russos supõem que o metal encontrado nestes depósitos deve ter a mesma idade do carvão.


A peça acima poderia ter sido parte de um sistema de engrenagem como mostrado nesta foto.

Uma outra questão que interessa aos cientistas russos é se a liga de alumínio é de origem terrestre.  A partir dos estudos de meteoritos, sabe-se que existe alumínio-26 extraterrestre, o qual subsequentemente se deteriora para magnésio-26.  A presença de 2% de magnésio na liga pode muito bem apontar para a origem extraterrestre deste pedaço de alumínimo trabalhado.  Ele também pode ser evidência de alguma civilização desconhecida na Terra.  Mesmo assim, mais testes serão necessários para confirmar esta hipótese.
Este é o primeiro achado em carvão feito na Rússia, de acordo com a pesquisadora e bióloga Valery Brier, que retirou amostras microscópicas do material para teste.  Brier analisou o objeto através de análise de difração de raio-X.  Os testes mostraram alumínio puro com somente 2 a 4% de micro impuresas de magnésio.  A análise foi também conduzida por Igor Okunev, do Instituto de Física Nuclear de São Petersburgo, que confirmou a idade do material, de acordo com Natalia Ostrovsky.

Fonte : Ovni hoje

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Alíenigenas do Passado - O Mistério de Puma Punku



Este episódio investiga as ruinas de Puma Punku na Bolívia com 14.000 anos de idade onde uma antiga civilização sofisticada construiu e esculpiu blocos que inter-encaixam, e sugere-se que não foi construído e habitado por seres humanos, mas por extraterrestres avançados.


domingo, 20 de janeiro de 2013

Disco voador na Lua?




Um vídeo que circula pela web está enchendo de ânimos ufólogos ao redor do mundo. O material mostraria um óvni passando sobre a superfície da Lua.

Muitos acreditam ver o óvni deixando um rastro de vapor, similar ao produzido por um avião.

Na internet, a discussão pipoca: seres alados? partículas de poeira? meteoro? estrela cadente? um satélite? uma avançada nave que viajou de outra galáxia para observar o novo planeta?


Assista e opine:




Fonte: Page Not Found

sábado, 19 de janeiro de 2013

Estátua da época dos faraós é encontrada no Egito




As autoridades egípcias descobriram uma estátua de granito da deusa Sejmet, datada da época do faraó Amenhotep III (1390-1352 a . C.), na cidade de Luxor, a cerca de 700 quilômetros ao sul do Cairo.
O Ministério de Estado para as Antiguidades anunciou nesta terça-feira que a estátua foi encontrada dentro do templo da deusa Mut, ao sul do famoso santuário de Karnak.
A descoberta ocorreu durante os trabalhos de restauração do templo de Mut, que ainda não foi aberto ao público.

A estátua, que mede 180 centímetros de altura, representa a deusa Sejmet, que tem corpo humano e um sol e uma cobra em cima de sua cabeça.
Além disso, a figura leva em uma mão uma flor e na outra a chamada chave da vida, símbolo comum entre os faraós.

Fonte : Terra

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Astrônomos descobrem maior estrutura já vista no Universo




Uma equipe internacional de astrônomos liderada pela Universidade de Central Lancashire (UCLan), no Reino Unido, identificou a maior estrutura já vista no Universo. A descoberta foi publicada na edição online do periódico científico da Sociedade Astronômica Real (RAS, na sigla em inglês).
saiba mais

Os pesquisadores, liderados por Roger Clowes do Instituto Jeremiah Horrocks da UCLan, observaram um grupo grande de quasares – núcleo galáctico alimentado por um buraco negro de grande massa, muito brilhante e distante da Terra.

Os quasares tendem a se agrupar em estruturas de tamanhos surpreendentemente grandes, formando grupos enormes chamados de Large Quasar Group (LGQ).




"Embora seja difícil entender a dimensão desse LQG, podemos dizer com certeza que é a maior estrutura já vista em todo o Universo. Isso é extremamente excitante, até porque vai contra a nossa compreensão atual do Universo, que não parece ser tão uniforme quanto pensávamos", afirma Clowes.
Segundo o astrônomo, a estrutura é tão grande que uma nave espacial, viajando à velocidade da luz no vácuo (300 mil km/s), gastaria cerca de 4 bilhões de anos para atravessá-la.
Para colocar isso em perspectiva, a distância entre a nossa galáxia, a Via Láctea, e a galáxia vizinha mais próxima, Andrômeda, é de cerca de 2,5 milhões de anos-luz. Já os LQG podem ter 650 milhões de anos-luz de diâmetro ou mais.
Princípio cosmológico
A equipe de Clowes identificou na estrutura um tamanho tão significativo que desafia o princípio cosmológico, que consiste na suposição de que o Universo, quando visto em uma escala suficientemente grande, parece o mesmo, independentemente do ponto de observação.

Com base nesse princípio, aceito desde Albert Einstein, e na teoria moderna da cosmologia, cálculos sugerem que os astrofísicos não deveriam ser capazes de encontrar uma estrutura maior do que 1,2 bilhão de anos-luz.



Distribuição dos grupo de quasar, em preto, em
comparação com um grupo menor com 34 quasares,
em vermelho.


No entanto, a estrutura descoberta pelos cientistas da UCLan "tem uma dimensão típica de 1,6 bilhão de anos-luz. Mas porque ele é alongado, sua maior dimensão é de 4 bilhões de anos-luz, ou seja, cerca de 1.650 vezes maior do que a distância entre a Via Láctea e Andrômeda", afirma Clowes.

"Nossa equipe também tem olhado para casos semelhantes que adicionam mais peso ao desafio, e vamos continuar a investigar esses fenômenos fascinantes ", concluiu o pesquisador.
A equipe da UCLan trabalhou em conjunto com cientistas das universidades do Chile e de Oxford, no Reino Unido, e do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech).

Fonte : G1

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Quer viajar para Marte? Candidate-se aqui




Se você tem vontade de se mudar para longe (bem longe) e conhecer um “outro mundo” (literalmente), o projeto da Fundação Mars One pode ser uma boa pedida: ela procura candidatos para iniciar uma colônia em Marte e, com critérios de seleção básicos, praticamente qualquer um (que seja maior de idade) pode se inscrever no processo.
Richard Branson, o homem que quer colonizar Marte
De acordo com informações divulgadas no site da organização, possíveis candidatos devem ter “um profundo senso de propósito, disposição para construir e manter relacionamentos saudáveis, capacidade de autorreflexão e habilidade de confiar nos outros. Eles devem ser resilientes, adaptáveis, curiosos, criativos e ter um raciocínio rápido”.

Big Brother Terra
O processo seletivo começa já neste primeiro semestre de 2013, e os candidatos serão avaliados tanto por especialistas da Mars One quanto por pessoas do mundo todo, em um “programa televisivo global” (“um Big Brother com propósito”, nas palavras da equipe do site Gizmodo).
Crianças nascidas em Marte seriam mais altas
Ao final da seleção, haverá pelo menos seis equipes de quatro integrantes cada, e a primeira a ser mandada (em 2022) será escolhida por votação popular – as demais serão enviadas a cada dois anos.
Mini reator nuclear pode ajudar a colonizar Marte e lua
Para se candidatar, não é necessário ter treinamento militar ou experiência de voo em aeronaves – não é preciso sequer ser um “cientista”. “Os dias em que a bravura e o número de horas de voo em jatos supersônicos eram os critérios principais acabaram”, destaca Norbert Kraft, ex-pesquisador associado da NASA e atual diretor médico da Mars One.
“Agora estamos mais preocupados com quão bem cada astronauta trabalha e convive com os outros, na longa jornada da Terra a Marte, e pelos desafios da vida que se seguirá” – a princípio, é uma viagem só de ida, portanto a pessoa deve estar disposta a literalmente “abandonar” sua vida na Terra.
Vida sintética: de resolver os problemas da Terra a colonizar Marte
Os selecionados passarão por pelo menos oito anos de treinamento antes da viagem, que incluirão missões simuladas, testes em ambientes com movimentação restrita e aulas de eletrônica, conserto de equipamentos e primeiros-socorros. Em 2016, a organização começará a enviar equipamentos para o Planeta Vermelho, como sondas e abrigos que serão montados assim que os colonizadores chegarem.[Mars One] [Wired] [Gizmodo]



Fonte : Hipesciense

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Nova versão de ufologia no país mistura espiritismo





No Brasil está surgindo uma nova modalidade de ufologia, que funde espiritismo e conhecimentos sobre seres extraterrestres.


Em Foz do Iguaçu, por isso, apareceram vários relatos de contatos imediatos realizados com o concurso de médiuns e de casos de abdução (quando o terráqueo é levado a bordo de uma nave extraterrestre) em espírito.

Ufologistas tradicionais não curtem a novidade. "Assim, fica difícil conquistar o reconhecimento da ciência", disse à Folha um dos participantes do fórum, pedindo anonimato.

A psicóloga Gilda Moura, 75, especialista em estados alterados de consciência, diz ter perdido a conta dos casos de pacientes em que identificou abdução em sonho (em espírito). E se for apenas fantasia?

"Se a pessoa tem a memória de que foi levada contra a vontade ou inconsciente, se a emoção aflora na pele, então se trata de alguém abduzido", resume Gilda.


A reportagem acompanhou duas "vigílias ufoastronômicas" realizadas à noite no Parque Tecnológico de Itaipu, local de grande concentração de energia, segundo os organizadores, "por causa da imensa queda d'água no rio Paraná e do movimento das turbinas da hidrelétrica".

O objetivo era tentar flagrar algum extraterrestre ou sua nave (melhor se fossem os dois juntos). Um panfleto distribuído aos participantes sugeria que se levassem câmeras fotográficas, filmadoras, binóculos e lanternas.



Ufologia funde espiritismo e conhecimentos; imagem mostra participantes do Fórum de Ufologia em Foz do Iguaçu
ESPERANÇA

A meteorologia havia antecipado a má notícia de que choveria naquelas noites. Cecília Montagnier, 79, terapeuta de Porto Alegre, encontrou um jeito de entusiasmar a galera: "Gente, os ETs estão entre nós, não precisa de céu estrelado para ver". Os ônibus saíram cheios de esperança.

Procuramos "flying-saucers in the sky", como Caetano Veloso em "London, London", mas eles nem tchuns, tímidos como parece que são. O jeito foi trocar experiências.

Cesar Fernando Rodrigues, 22, estudante de natação, contou que estava em sua cama em uma noite de insônia, quando sentiu dedos compridos passando pela sua pele e atravessando a carne. "Eu não conseguia acender a luz, gritava de dor e medo."

Cecília encontrou seus ETs quando fazia uma "vigília" em que cuidava dos espíritos de mais de mil índios mortos em um massacre; "eles apareceram quando dois sóis iluminavam o céu -um a leste, outro a oeste", disse.

A médica Monica de Medeiros, 57, do ABC Paulista, disse ter sido levada ainda criança pelos "baixinhos cinzentos", como ela chama os ETs que a abduziram. Reprimida, passou anos sem contato algum. Até que, aos 46 anos, retomou a "conversa" com eles.



UM SER APARECEU

"Um dia, eu fazia a leitura do Evangelho [Segundo o Espiritismo, de Alan Kardec] em minha casa e um ser apareceu. A temperatura caiu muito, os relógios pararam, os aparelhos pararam. A cabeça dele era oblonga, o nome era Vishna e era um ser zetareticuliano", disse. Ah bom!

Os "levados" ou "abduzidos" -ou que acreditam ter sido- já são tantos que, dentro de seis meses, os mesmos organizadores do 4º Fórum pretendem realizar um novo encontro. Só para contatados imediatos de terceiro grau.

Fonte : Folha de São Paulo

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Australianos registram imagens impressionantes de 'tsunami de areia'




Uma enorme parede de poeira atingiu a Austrália na última quarta-feira (09). Alguns trabalhadores marítimos e passageiros de aviões que estavam próximo à cidade de Onslow, no noroeste do país, fizeram imagens impressionantes da cena.



Segundo informações do “Daily Mail”, as enormes faixas de areia vermelha e pó foram formadas por fortes ventos vindos do oceano índico, antes de ser descartados perto da cidade. O “tsunami de areia” pôde ser visto por quem viajava alguns quilômetros mar adentro.




Conforme informações do especialista em meteorologia John Relf, a tempestade de poeira foi agravada pela falta de chuvas na região. Logo após a formação da parede, uma rajada de ventos atingiu a cidade.


O clima seco mais as altas temperaturas têm provocado terríveis incêndios na Austrália, além disso, fortes ventos têm assolado grande parte do sudeste do país.









Fonte: Vírgula

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Alienígenas do passado - "Conexão NASA"



Este episódio investiga vários relatórios por cientistas da Nasa e ex-astronautas, bem como arquivos confidenciais do governo que supostamente sugerem a agência espacial teve contato alienígena em tanto o passado recente e antigo.

domingo, 13 de janeiro de 2013

SEMANA DO DESCONHECIDO - ALIENÍGENAS DO PASSADO



O HISTORY traz novos episódios com as mais incríveis evidências de que alienígenas já teriam visitado nosso planeta. Desde a época dos dinossauros, há 75 milhões de anos, passando por locais sagrados da América, pela conspiração de Da Vinci e até mesmo pelos segredos da NASA e mistérios do passado.
Como no século IX, quando as grandes cidades maias foram abandonados. O que pode ter acontecido com esta civilização tão avançada? Eles acreditavam que todo seu conhecimento foi recebido de seres de outro mundo, que desceram do céu! Assista a nova edição da SEMANA DO DESCONHECIDO.

http://bcove.me/un0krtn5

Fonte : The History Channel

Astrônomos descobrem um planeta quase idêntico à Terra




Pouco mais de uma semana depois de astrônomos anunciarem corajosamente que eles iriam descobrir um planeta gêmeo da Terra em outros lugares do universo dentro de um ano, o telescópio Kepler da NASA avistou um candidato muito bom . Unglamorously chamado KOI 172,02 - KOI. Este planeta é considerado pela maioria dos astrônomos como um planeta semelhante à Terra.


As diferenças são mínimas. É cerca de 50 por cento maior do que a Terra e orbita uma estrela que se assemelha ao nosso Sol, a uma distância que faria a superfície do planeta habitável...
(O tamanho faz com que seja uma "Super Terra", em vez de um "gêmeo da Terra.") Com um ano de 242 dias de duração, é um pouco mais perto de sua estrela do que a Terra está do Sol, mas de outra forma goza de todas as mesmas condições ideais como as nossas, na medida em que os astrônomos podem dizer . "Isso foi muito emocionante porque está na zona habitável, uma Super Terra em torno de uma estrela do tipo do nosso sol", disse Natalia Batalha, Kepler co-investigador do Ames Research Center da NASA, na Califórnia. "Está em órbita de uma estrela que é muito parecida com o nosso sol. Anteriormente as que vimos foram orbitando outros tipos de estrelas."





De certa forma, a descoberta é um pouco underwhelming graças a recente onda de notícias exoplaneta emocionante. Nós aprendemos em outubro que o sistema estelar mais próximo  era o lar de vários planetas, incluindo um planeta do tamanho da Terra. Em seguida, no início do novo ano, a equipe de análise de dados de Kepler da NASA plaina-encontrar telescópio espacial anunciou a descoberta de 461 novos planetas confirmados, bem como o fato de que de que a Via Láctea sozinha foi o lar de mais de 17.000 milhões  de planetas . Eles disseram que iriam encontrar uma Terra gêmea entre eles até o final do ano. Comparado com os dias em que não sabia que havia qualquer outros planetas no universo  em tudo , e de repente as chances de que existe vida extraterrestre começa a olhar muito forte. Pelo menos é o que dizem os especialistas. "É um grande negócio - É definitivamente um bom candidato para a vida", disse o astrofísico Mario Livio sobre KOI 172,02. "Talvez não há vida ness terra, mas talvez golfinhos muito inteligente."

Fonte : The Atlantic Wire

sábado, 12 de janeiro de 2013

O PARAFUSO DE 300 MILHÕES DE ANOS




"Teria existido em nosso mundo, em um passado remoto, civilações tão avançadas como a atual, possuindo tecnologia para a construção de artefatos considerados modernos? Se existiram, de onde obtiveram conhecimento para esse fantástico desenvolvimento em uma era considerada "Pré-histórica"? Isso poderia ser fonte de alguma civilização que teria vindo de outros mundos?"

Os fatos descritos a seguir mostram uma prova da existência de uma tecnologia avançada em uma época em que imaginávamos que nada poderia existir, além de "clavas, lanças e talvez, fogueiras"!

Um fato espantoso assustou a comunidade científica, deixando perpléxos os mais experientes pesquisadores:

Foi encontrado na Russia um "PARAFUSO" com aproximadamente 300 milhões de anos de antiguidade.

Cravado nas rochas e medindo aproximadamente 2 centímetros de largura, o artefato  está assombrando os pesquisadores.
Isso simplesmente muda todo o conceito de evolução histórica que temos até o momento e é mais uma indicação de que já houveram civilizações avançadas na terra muito antes do que imaginamos.
A história sempre esteve errada e agora mais ainda, por esse ponto de vista.
Precisaremos um dia reescrever a nossa história, pelas provas e não pelas teorias.


O fóssil do parafuso que tem um tamanho de cerca de 2 cm de comprimento, foi descoberto em uma escavação realizada em 7 de outubro de 1996 por um grupo de pesquisa chamado "Grupo Kosmopoisk", uma organização de pesquisa científica, que é responsável por investigações de OVNI's, criptozoologia e outros fenômenos sem explicações racionais.
Por ser algo representando uma "nova descoberta" e um grande mistério, somente agora foi divulgado.

A expedição de 7 de outubro de 1996 foi organizada na busca de fragmentos de meteoritos que caíram na região de Kaluga, na Rússia, onde foi descoberto mais do que apenas um meteorito.
A descoberta, depois de vários paleontólogos analisarem, definiu que a  idade da pedra foi 300 a 320.000.000 (milhões) anos.

Como explicado em um artigo na revista russa "Ogonek", detritos de rocha foram analisadas por raios-X, e a surpresa foi que, pelo menos dentro da rocha havia mais outro parafuso do mesmo tipo descoberto.
Este “*OOPArt” descoberto na Russia é outra das muitas descobertas que a ciência nos faz crer que outras civilizações tão avançadas como a da atual era “tecnológica” (ou muito mais avançada tecnologicamente) possa ter existido em um passado remoto.

*OOPart: Objeto de interesse histórico, arqueológico, paleontológico ou encontrado em um contexto muito incomum ou aparentemente impossível, e que poderia desafiar a cronologia convencional do tempo como conhecemos.

Este achado tem sido estudado intensivamente em várias instituições científicas da Rússia, como: geólogos, físicos, paleontólogos e mineralogistas.
Todos os técnicos que examinaram os resultados estão convencidos de que o parafuso foi construído artificialmente e não um produto de um processo natural.

Porém a pergunta ainda persiste: Quem teria construído um parafuso à 300 milhões de anos atrás, e com qual tecnologia?

Fonte : Além da imaginação

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Humanidade deve começar a se preocupar com descoberta de vida alienígena, diz relatório




Enquanto o mundo concentra suas preocupações na crise nos países desenvolvidos e no aquecimento global, o Fórum Econômico Mundial alerta para os chamados “fatores X”, que, segundo a organização, já deveriam estar na pauta de discussão de países e organizações internacionais por terem consequências incertas e, por isso, poder de desestabilizar a atual ordem mundial — entre eles, a descoberta de vida alienígena. O abuso da tecnologia para aumentar a produtividade no trabalho e nos estudos também é citado.
Com o ritmo da exploração do espaço nas últimas décadas, diz o documento, é possível considerar que a humanidade pode descobrir vida em outros planetas. A maior preocupação seria sobre os efeitos nos investimentos em ciência e sobre a própria imagem do ser humano. Supondo que seja encontrado um novo lar em potencial para a humanidade ou a existência de vida em nosso sistema solar, a pesquisa científica teria deslocados grandes investimentos para robótica e missões espaciais. Além disso, as implicações filosóficas e psicológicas da descoberta de vida extraterrestre seriam profundas, desafiando crenças das religiões e da filosofia humana. Por meio de educação e campanhas de alerta, o público poderia se preparar melhor para as consequências desse processo, indica o fórum.

O relatório anual sobre os riscos globais, publicado duas semanas antes do encontro anual que ocorrerá em Davos, teve colaboração da revista científica “Nature” considerando cinco fatores X: além da descoberta de vida em outros planetas, o avanço cognitivo do cérebro humano pelo uso de estimulantes, o uso descontrolado de tecnologias para conter as mudanças climáticas, os custos de se viver mais e as próprias mudanças climáticas em curso. De acordo com o relatório, antecipando-se a essas questões, seria mais fácil agir preventivamente e não ser pego de surpresa quando eles emergirem.
Apesar de as ameaças das mudanças climáticas serem conhecidas, o relatório também indaga se já passamos de um ponto dramático de não retorno. Por isso, para além do tema que guiou os debates na última década — se os seres humanos seriam ou não responsáveis por alterar o clima da Terra —, poderíamos ter de caminhar para discussões forçadas sobre como fortalecer a resiliência e a capacidade de adaptação para lidar com um novo ambiente que pode nos levar a um novo e ainda desconhecido equilíbrio.
Segundo o Fórum Econômico Mundial, outra preocupação de hoje sobre problemas ainda remotos deve ser o avanço cognitivo do ser humano. Há o temor de que no futuro as pessoas abusem da tecnologia que permite turbinar a performance no trabalho e nos estudos. O esforço dos cientistas para tratar doenças como Alzheimer ou esquizofrenia leva a crer que num futuro não muito distante pesquisadores vão identificar substâncias que permitam melhorar os estimulantes de hoje, como a Ritalina. Apesar de serem prescritos para pessoas com doenças neurológicas, esses remédios seriam usados no dia a dia como já ocorre hoje.
O avanço poderia também vir de hardwares, diz o relatório. Estudos mostram que a estimulação elétrica pode favorecer a memória. Diante disso, seria ético aceitar que o mundo se dividisse entre os que tiveram oportunidade de ter a parte cognitiva reforçada ou não?, indaga o documento. Haveria, ainda, o risco de esse avanço dar errado. O impacto dessas novas tecnologias é esperado para dentro de 20 ou 50 anos.
A utilização descontrolada de tecnologias de geoengenharia também é vista como um problema pelo Fórum Econômico Mundial. Apesar de ter diferentes aplicações, espera-se usar a tecnologia para controlar as mudanças climáticas. A ideia básica é que poderiam ser jogadas pequenas partículas na estratosfera para bloquear a energia solar e refleti-la de volta ao espaço. Mas os efeitos colaterais poderiam ser custosos demais, diz o documento. Poderia haver alterações significativas em todo o sistema climático, com redução da luz solar, o que alteraria a forma como a energia e a água se movimentam no planeta. Essa opção não é considerada no curto prazo. Muitos estudiosos já chamaram atenção para os riscos dessa tecnologia. Por isso, poderia surgir um espaço para que experimentações sem regulação ocorressem, alerta o relatório.
Os custos de viver mais seriam outro fator X de preocupação, uma vez que os países não têm se preparado para viver com os altos custos que a terceira idade implica e com uma massa de pessoas que sofrerão de doenças como artrite e demências. Isso porque a medicina do século 20 avançou muito nas descobertas relativas às doenças genéticas, decifrando o genoma humano. São esperados ainda mais avanços em doenças do coração e do câncer. O relatório preocupa-se com o impacto na sociedade de uma camada da população que consegue prever, logo evitar, as causas mais comuns de morte hoje, mas com uma deterioração da qualidade de vida. Mais pesquisas seriam necessárias para encontrar soluções para essas condições, hoje consideradas crônicas.

Fonte : O Globo

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

EUA desenvolveu bomba com a Nova Zelândia em 1944 para produzir tsunamis artificiais




Registros indicam que os primeiros testes foram realizados na Nova Caledônia e Auckland, durante a Segunda Guerra Mundial.

A bomba mostrou-se muito “viável” e uma série de 10 explosões foi realizada, formando um tsunami de 33 metros, capaz de inundar várias cidades pequenas.

A operação foi realizada com o máximo sigilo, com o codinome “Projeto Selo”. Aparentemente, a bomba foi criada para ser uma concorrente da bomba nuclear. Mais de 3.700 bombas foram detonadas durante os testes.

Os planos entre Estados Unidos e Nova Zelândia vieram à tona após uma extensa investigação do cineasta Ray Waru, que encontrou arquivos militares “sepultados” em arquivos nacionais.


“Foi absolutamente surpreendente. Primeiro que alguém venha com a ideia de desenvolver uma arma de destruição em massa com base em um tsunami... E também que a Nova Zelândia parece ter desenvolvido com sucesso o funcionamento da mesma”. Declarou Waru ao The Telegraph.

O projeto foi lançado em 1944, depois que um oficial americano, E.A. Gibson, percebeu que as detonações varriam os recifes de corais em torno das pequenas ilhas do Pacífico, produzindo enormes ondas.



Waru ainda comenta que os testes foram considerados positivos, mas o projeto foi engavetado no início de 1945, embora as autoridades da Nova Zelândia tenham produzido novos relatórios em 1950. Especialistas estimam que as bombas da época não eram suficientes para formar um potente tsunami, o que exigiria mais de 2 milhões de kg de explosivos para algo realmente devastador.

Após 40 anos dos primeiros testes, a Nova Zelândia enfrentou um colapso dramático em seus laços com os EUA depois de proibir a entrada de navios com armas nucleares em seu território.

A proibição levou uma redução da relação americana com o país, antigamente considerado um aliado, e, em seguida, rebaixado para um “amigo” apenas.

Fonte : Jornal Ciência

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Pode haver vida na estratosfera da Terra. Mito ou verdade?




Geralmente, quando procuramos vida fora da Terra, nós vamos bem longe – por exemplo, para Marte. Mas um pesquisador da NASA preferiu fazer uma busca em um local mais próximo: a estratosfera da Terra.

Por ser um local seco, alto (entre 10 km e 50 km), frio (56º C negativos) e castigado por ventos de 160 km/h, ninguém esperaria encontrar vida lá. Sem falar na falta de oxigênio, que, nesta altitude, onde a densidade atmosférica é de 10% comparada à que é encontrada no nível do mar, é encontrado na forma de ozônio, que protege a vida na superfície das radiações ultravioleta, mas deixa tudo acima dos 32 km exposto.



  A respeito das condições inóspitas do local, o biólogo David Smith, da Universidade de Washington e sua equipe encontraram “micróbios de cada grande domínio” viajando pelos ventos estratosféricos. David é o principal investigador do programa Microrganismos na Estratosfera (MIST, na sigla em inglês) do Centro Espacial Kennedy.

Para encontrar vida em um local tão alto, David se utiliza de balões meteorológicos de alta altitude e amostras reunidas no Observatório Mt. Cachelor, no Oregon, que o ajudaram a descobrir que tipos de micróbios vivem na estratosfera, quantos existem e de onde eles possivelmente vieram.

Não é a primeira vez que se tenta comprovar a existência de vida nas alturas. Desde os anos 30, há relatórios sobre vida encontrada em pontos a 77 km de altitude. Contudo, David questiona os dados, já que os próprios veículos de pesquisa podem ter levado a vida até lá: “Quase nenhum controle de esterilização é relatado nos estudos”, disse ele.

Alguns sugerem que a vida estratosférica é extraterrestre, mas David vai contra esta corrente e sugere uma origem terrestre para ela. A maior parte dos micróbios descobertos são endósporos, ou seja, organismos extremamente rígidos formados por bactérias que formam um escudo em torno de si mesmas, servindo como proteção contra temperaturas baixas, condições secas e a alta radiação. Furacões e tempestades de areia podem ter levado as bactérias até esses locais altos, onde elas formam esporos e se deixam levar por toda a Terra.


  Essas bactérias podem, ainda, pousar em um local apropriado, se reanimarem e prosseguirem com sua sobrevivência e proliferação. Apesar das dificuldades em se coletar organismos que estejam em um local de difícil acesso, David está confiante nos resultados da sua pesquisa, que deverão indicar a capacidade desse tipo de vida viajar longas distâncias e sobreviver mesmo em ambientes hostis. O que dá uma luz no fim do túnel para quem procura vida em outros planetas, como Marte.

“Nós ainda não temos ideia de onde traçar a fronteira de altitude da biosfera”, disse David. A pesquisa vai “abordar por quanto tempo a vida por se manter na estratosfera e que tipo de mutações ela pode herdar enquanto estiver lá”.

Fonte : Jornal Ciência

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Primeiras imagens de lula gigante no fundo do mar são captadas no Japão




Os membros da equipe usaram um submersível que captou as imagens no verão passado a uma profundidade de 630 metros, graças a uma câmera de alta definição.
O animal captado tem cerca de três metros de comprimento, embora não tenha seus dois tentáculos mais proeminentes, por isso que se acredita que originalmente podia medir oito ou nove metros.
No vídeo, que poderá ser visto no Japão no dia 13 de janeiro e posteriormente nos EUA em 27 de janeiro, o exemplar se alimentou de uma isca colocada pela equipe.

As imagens captam de perto os enormes olhos do animal e suas ventosas, de cerca de 5 centímetros de largura, segundo revelou a "NHK".
Acredita-se que o vídeo possa ajudar a mostrar comportamentos deste lendário animal, do qual até agora só existia gravações de exemplares capturados.



Com três corações, uma visão cem vezes mais potente que a do ser humano e um cérebro muito desenvolvido, este mítico gigante permaneceu até o momento oculto nos abismos marítimos.
Acredita-se que se trata do maior invertebrado do mundo, já que pode chegar a alcançar uma tonelada de peso e em torno de cerca de 20 metros de comprimento.
A lula gigante vive aparentemente em profundezas entre os 400 e os 1.500 metros sob a superfície do mar, onde a pressão é muito elevada e a luz do sol praticamente inexistente.

Fonte : G1

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Alienígenas do Passado - Mega Desastres



Este episódio examina várias contas de antigas civilizações que foram destruídas por desastres naturais, como vulcões, terremotos e enchentes, e propõe que os seres de outro mundo podem ter tido uma mão nesses eventos catastróficos.


domingo, 6 de janeiro de 2013

sábado, 5 de janeiro de 2013

Suposto Ovni pousa na China



Muitos  ao assistirem esse vídeo irão dizer : FAKE ! FAKE!, mas é interessante.
A descrição do vídeo no Youtube :
Imagens filmadas no Parque Nacional da Floresta de Fuxin, China, 2012. Um pequeno grupo de amigos para o dia viu um objeto de prata descer atrás de algumas árvores perto de onde eles estavam tendo um pic nic. Enquanto corriam para obter um olhar mais atento tornou-se evidente que era um OVNI, um do grupo rapidamente saiu de sua câmera e começou a gravar, como que se aproximavam, avistaram uma criatura alta saindo do objeto. As duas mulheres que desejam permanecer anônimo ficou assustado como eles
acreditavam que seriam seqüestrados, o pânico meninas alertou a criatura que olhou em sua direção, o grupo fugiu apavorada. As autoridades locais foram contactados e uma busca posterior da área foi realizada, não há nenhuma informação disponível no momento. Este foi enviado para mim através do meu site por um assinante que afirma seu real, im indeciso sobre isso, se é um falso, então alguém tem ido para colocar de problemas. Como sempre você decidir, mas vale um post em qualquer evento.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Vida fora da Terra? A ciência diz que sim





Muitas pessoas não acreditam que possa haver vida fora de nosso planeta, mas ao longo do tempo a ciência foi descobrindo coisas que nos fazem acreditar que realmente deve existir vida fora da Terra:

1 – Universo



Apenas em nossa galáxia, a Via Láctea, existem bilhões de estrelas, que são cercadas por bilhões de planetas, além disso, ainda existem mais outros bilhões, se não trilhões de galáxias espalhadas por todo o universo. Sendo assim, é praticamente impossível que apenas em nosso planeta exista vida.


2 – Início da vida



Segundo a ciência a vida surgiu de complexas reações químicas, que criaram as primeiras células e o que veio depois a ser o DNA, em uma evolução que levou milhões de anos. Essas mesmas peças que foram necessárias para darem início à vida já foram encontradas em uma Lua de Saturno e mesmo em nebulosas  no espaço. Ou seja, a vida em si ainda não foi encontrada, mas o que gera ela sim. Então se os ingredientes para vida foram encontrados facilmente, ela não deve ser tão difícil assim de encontrar.

3 – Outras Terras



Cada dia que passa se descobrem mais planetas semelhantes a Terra, com as mesma condições de abrigar vida.

4 – Diversidade da vida



Apenas no seu corpo existem milhões de outros organismos vivendo. E em nosso planeta existem seres que vivem em condições tão extremas, que a vida simplesmente parece conseguir surgir em qualquer lugar.

Existem organismos que vivem em veneno, em lugares com centenas de graus ou em profundidades enormes e até mesmo alguns que se quer precisam de oxigênio para sobreviver. Sendo assim, até mesmo planetas extremamente diferentes da Terra podem abrigar vida.



Mesmo que a vida inteligente seja extremamente rara, o tamanho e a quantidade de planetas do universo nos diz que ela deve existir em outros lugares, talvez tão longe daqui que jamais saibamos, mas dizer que só nós habitamos esse lugar quase infinito é bobagem.

A química funciona do mesmo jeito em todos os lugares do universo, sendo assim a mesma mistura que criou a vida na terra pode acontecer em qualquer lugar, basta apenas encontrarmos o local correto.

Fonte : Minilua

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Como funcionará a viagem no tempo




Buracos de minhoca

Thorne acredita que possa existir no universo um outro tipo de estrutura, em forma de túnel, que poderia ser usada como um portal para viagens no tempo. Considera-se que os buracos de minhoca, também chamados de pontes de Einstein-Rosen, tenham o maior potencial para viagens no tempo, se eles de fato existirem. Eles poderiam não só permitir viagens no tempo como também viajar para muitos anos-luz da Terra em apenas uma fração da quantidade de tempo que seria necessária com os métodos convencionais de viagens espaciais.
Os buracos de minhoca são considerados possíveis com base na teoria da relatividade de Einstein, que diz que toda massa curva o espaço-tempo. Para entender esta curvatura, pense em duas pessoas segurando e esticando bem um lençol. Se uma pessoa colocasse uma bola de beisebol sobre o lençol, com o peso a bola rolaria para o meio do lençol, fazendo com que ele se curvasse naquele ponto. Agora, se uma bola de gude fosse colocada na beira do mesmo lençol ela viajaria na direção da bola de beisebol por causa da curva.




Imaginando que o espaço é um plano bidimensional curvado, buracos de minhoca como este seriam formados por duas massas que aplicam força suficiente no espaço-tempo para criar um túnel que conecta pontos distantes do universo



Neste exemplo, o espaço é visualizado como um plano bidimensional, em vez das quatro dimensões que na verdade constituem o espaço-tempo. Imagine que este lençol esteja dobrado, deixando um espaço entre as partes de cima e de baixo. Colocar a bola de beisebol no lado de cima fará com que uma curvatura se forme. Se uma massa igual fosse colocada na parte de baixo do lençol, em um ponto correspondente ao ocupado pela bola de beisebol na parte de cima, eventualmente a segunda massa encontraria a bola de beisebol. É mais ou menos assim que os buracos de minhoca podem ser formar.

No espaço, as massas que fazem pressão em diferentes partes do universo poderiam eventualmente formar um túnel, isto é, um buraco de minhoca. Poderíamos viajar da Terra para outra galáxia e voltar relativamente rápido. Por exemplo, vamos imaginar um roteiro em que quiséssemos viajar para Sírio (ou Sirius), uma estrela vista na constelação do Cão Maior logo abaixo de Órion. Sírio está a cerca de 9 anos-luz da Terra, o que equivale a aproximadamente 90 trilhões de quilômetros. Obviamente, esta distância seria muito grande para que os viajantes espaciais a percorressem e voltassem a tempo de nos contar o que eles viram por lá. Até agora, o mais distante que as pessoas já viajaram no espaço foi até a Lua, que está a cerca de 400 mil km da Terra. Se pudéssemos encontrar um buraco de minhoca que nos conectasse no espaço ao redor de Sírio, poderíamos poupar um tempo considerável, evitando os trilhões de quilômetros que teríamos de percorrer com a viagem espacial tradicional.

Como tudo isso se relaciona com a viagem no tempo? Conforme discutimos anteriormente, a teoria da relatividade diz que, à medida que a velocidade de um objeto se aproxima da velocidade da luz, o tempo desacelera. Os cientistas descobriram que mesmo na velocidade de uma nave espacial, os astronautas podem viajar alguns nanossegundos para o futuro. Para entender isto, imagine duas pessoas, um indivíduo A e um indivíduo B. O indivíduo A fica na Terra, enquanto o indivíduo B decola num foguete espacial. Na decolagem, seus relógios estão em perfeita sincronia. Quanto mais próximo da velocidade da luz viajar o foguete do indivíduo B, mais devagar passará o tempo para ele (em relação ao indivíduo A). Se o indivíduo B viajar durante poucas horas a 50% da velocidade da luz e retornar à Terra, ficará óbvio para ambos que o indivíduo A envelheceu bem mais rápido do que o indivíduo B. Esta diferença no envelhecimento se dá porque o tempo passou muito mais rápido para o indivíduo A do que para o indivíduo B, que estava viajando mais próximo da velocidade da luz. Muitos anos podem ter se passado para o indivíduo A, enquanto o indivíduo B experimentou um lapso de tempo de poucas horas.

Se os buracos de minhoca puderem ser descobertos, isto talvez permita que viajemos tanto para o passado como para o futuro. Funcionaria assim: digamos que a entrada do buraco de minhoca seja portátil. Assim, o indivíduo B do exemplo anterior, que viajou no espaço durante poucas horas a 50% da velocidade da luz, poderia levar uma entrada de buraco de minhoca para o espaço, enquanto a extremidade oposta permaneceria na Terra com o indivíduo A. As duas pessoas continuariam a se ver enquanto o indivíduo B viaja no espaço. Quando o indivíduo B voltasse à Terra, poucas horas depois, para o indivíduo A alguns anos poderiam ter se passado. Agora, quando o indivíduo A olha através do buraco de minhoca que viaja no espaço, ele vai se perceber numa idade mais nova, a idade que ele tinha quando o indivíduo B foi lançado ao espaço. O bacana disso é que, ao entrar no buraco de minhoca, o indivíduo mais velho A poderia entrar no passado, enquanto o indivíduo mais jovem B poderia entrar no futuro.

Fonte: Ciência HSW